Em uma obra de pavimentação na avenida Amazonas, em Betim, o engenheiro precisava definir a espessura do pavimento flexível. Antes de liberar a brita, foi necessário realizar o ensaio CBR de laboratório no material de subleito coletado em três pontos diferentes. O resultado mostrou um CBR de 7%, valor típico para os solos lateríticos da região, e serviu de base para o cálculo estrutural. Esse tipo de análise é rotina em projetos viários de Betim, onde o tráfego pesado das indústrias exige pavimentos dimensionados com precisão.

O CBR de 7% em solos lateríticos de Betim exige reforço de subleito de 20 cm de brita para suportar o tráfego industrial pesado.
Abordagem e escopo
Fatores do terreno local
Em Betim, muitas vezes vemos que o ensaio CBR de laboratório é dispensado em obras de loteamentos e vias internas. O risco é concreto: sem o valor real de suporte, o pavimento pode romper precocemente, gerando trincas e afundamentos. Em solos de baixo CBR, a espessura mínima de revestimento asfáltico precisa ser maior, senão a deformação acumulada leva à perda de serventia em menos de cinco anos. Para pátios logísticos de Betim, onde caminhões carregados param por horas, o CBR abaixo de 5% exige tratamento do subleito com cal ou cimento.
Marco normativo
ABNT NBR 9895 (Standard Test Method for CBR of Laboratory-Compacted Soils), DNIT 172/2016 (Determinação do Índice de Suporte Califórnia), ABNT NBR 9895:2017 (Solo — Determinação do Índice de Suporte Califórnia)
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Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.